sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Esmalte pode causar câncer

 A Proteste Associação dos Consumidores comparou a qualidade dos esmaltes, considerando a sua durabilidade, abrasividade, tempo de secagem e brilho. Entre as conclusões da avaliação  a mais grave foi encontrar um produto que continha ingredientes que podem causar não apenas alergia, mas câncer.
Em geral, os esmaltes trazem vários  componentes que podem ser prejudiciais à saúde. Por isso, a equipe da Proteste mediu a concentração dos mais prováveis de serem encontrados nesse tipo de produto. O resultado não foi nada bom, uma vez que a quantidade encontrada apontava para altas concentrações na maioria dos produtos testados.
As substâncias analisadas e apontadas com altamente perigosos foram foramdibutyl phtalate (banido em cosméticos, inclusive esmaltes, em toda a Europa), nitrotoluene, toluene e furfural (compostos comprovadamente cancerígenos).
Segundo a Proteste, no caso do dibutyl phtalate e do nitrotoluene, não existem referências  aos mesmos na legislação brasileira. Já toluene e furfural não possuem limites para uso na legislação brasileira. Analisando pelas normas europeias, a quantidade máxima permitida de toluene é de 25% (250.000 mg/kg) e a de furfural, 360 mg/kg.


Tolueno

O que é? Deriva do benzeno, que pode ser usado como solvente.

Riscos: A inalação em baixos níveis pode causar confusão, tontura, dores de cabeça, fraqueza, perda de memória, apetite, visão ou auditiva. Quando muito inalado, a pessoa corre sérios ricos neurológicos, como perda da consciência dano cerebral e depressão, podendo levar a morte. Em mulheres grávidas o risco é até maior, podendo comprometer a formação do feto.

DBP

O que é? Pode ser absorvida pelo nosso organismo e ir se acumulando até causar um problema grave. O pior de tudo é que no banho ou ao lavar as mãos, essa toxina vai sendo retirada do esmalte e acaba entrando em contato com a pele, sendo absorvida. É o maior culpado pela alergia a esmaltes.

Riscos: Pode afetar o sistema imunológico, causar choque anafilático, dificuldades respiratórias, pressão baixa e até morte.

Formaldeído

O que é? Outro grande culpado pela alergia aos esmaltes. Seu resultado comum é a dermatite (inflamação da pele). Por evaporar muito fácil, apresenta um risco maior para nossa saúde.

Riscos: Seu uso regular pode causar câncer. Ele pode irritar as mucosas, principalmente olhos e garganta. Além disso, faz muito mal para quem tem problemas respiratórios, como asma, rinite e sinusite.

Solução

Nem todos os esmaltes contém essas toxinas, então devemos procurar os que não tem para usar semanalmente. Quem não quiser desperdiçar seus esmaltes com as toxinas na composição, deixe para usá-los de vez enquanto, porque assim não tem problema. Os hipoalérgicos não contém nenhuma das 3. Apesar de o preço ser meio alto, é melhor gastar o dinheiro do que pagar com a saúde, né?

Esmaltes hipoalérgicos

Os esmaltes da Colorama e a Argento são todos livre das toxinas e são baratos, tem o preço normal de esmalte. Já os esmaltes da Mavala, OPI, Sally Hansen e Revlon, também são todos hipos, mas o precinho já é mais alto, por não serem brasileiros. Algumas outras marcas nacionais não têm todos os seus esmaltes sem as toxinas, mas têm suas linhas hipoalérgicas, como a Êxtase, Speciallitá e Impala.


http://www.vocesabia.net/saude/esmalte-pode-causar-cancer/ 

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Saiba as utilidades da Coca-Cola e os malefícios

A Coca-Cola não é só para beber. Apesar de ser a bebida mais consumida no mundo, a Coca-Cola causa uma série dúvidas nas pessoas, pois sempre ouvimos que ela faz mal e acarreta no futuro uma série de problemas para a saúde.
- Você sabia que em muitos estados dos EUA, as patrulhas rodoviárias carregam dois galões de Coca-Cola no porta malas, para ser usado na remoção de sangue na estrada depois de um acidente.
- Se você colocar um osso numa tigela com Coca-Cola, ele se dissolverá em dois dias.
- Para limpar casas de banho basta despejar uma lata de Coca-Cola dentro de um vaso e deixe a “coisa�? decantar por uma hora e então de descarga.
- O ácido cítrico na Coca-Cola remove manchas na louça. Para remover pontos de ferrugem dos pára-choques cromados de automóveis, esfregue o pára-choque com um chumaço de papel de alumínio (usado para embrulhar alimentos) molhados com Coca-Cola.
- Para limpar corrosão dos terminais de baterias de automóveis, despeje uma lata de Coca-Cola sobre os terminais e deixe efervescer sobre a corrosão.
- Para soltar um parafuso emperrado por corrosão, aplique um pano encharcado com Coca-Cola sobre o parafuso enferrujado, por vários minutos.
- Para remover manchas de graxa das roupas, despeje uma lata de Coca-Cola dentro da máquina com as roupas, adicione detergente. A Coca-Cola ajuda a remover as manchas de graxa.
- A Coca-Cola também ajuda a limpar o enlaçamento do pára-brisa do seu carro
- Para sua informação: O ingrediente ativo na Coca-Cola é o ácido fosfórico. Seu PH é 2.8. Ele dissolve uma unha em cerca de 4 dias.
- Acido fosfórico também rouba cálcio dos ossos e é o maior contribuinte para o aumento da osteoporose, principalmente nas mulheres.
- Crianças a partir de 10 anos já estão tendo osteoporose, segundo estudos da Alemanha. Motivo: Muita Coca-Cola desde crianças por falta de orientação dos pais.
- A Coca-Cola Light é uma bomba ainda mais poderosa, segundo os especialistas. Além de fazer o mal da Coca-Cola tem ainda o Aspartamente que causa ausaimer e doenças degenerativas.

http://www.buemba.com/especiais/saiba-as-utilidades-da-coca-cola-e-os-maleficios/

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Rebite - Uma Droga Que Mata

Abaixo segue sua definição, efeitos no cérebro, efeito no corpo, efeitos toxicos, aspectos gerais e informações sobre o consumo. 

  • Definição
As anfetaminas são drogas estimulantes da atividade do sistema nervoso central, isto é, fazem o cérebro trabalhar mais depressa, deixando as pessoas mais "acesas", "ligadas" com "menos sono", "elétricas", etc. É chamada de rebite principalmente entre os motoristas que precisam dirigir durante várias horas seguidas sem descanso, a fim de cumprir prazos pré-determinados. Também é conhecida como bolinha por estudantes que passam noites inteiras estudando, ou por pessoas que costumam fazer regimes de emagrecimento sem o acompanhamento médico.
Nos USA, a metanfetamina (uma anfetamina) tem sido muito consumida na forma fumada em cachimbos, recebendo o nome de "ICE" (gelo).
Outra anfetamina, metilenodiometanfetamina (MDMA), também conhecida pelo nome de "Êxtase" , tem sido uma das drogas com maior aceitação pela juventude inglesa e agora, também, com um consumo crescente nos USA. 
 As anfetaminas são drogas sintéticas, fabricadas em laboratório. Não são, portanto, produtos naturais. Existem várias drogas sintéticas que pertencem ao grupo das anfetaminas e como cada uma delas pode ser comercializada sob a forma de remédio, por vários laboratórios e com diferentes nomes de fantasia, temos um grande número desses medicamentos.
  • Efeitos no cérebro
As anfetaminas agem de uma maneira ampla afetando vários comportamentos do ser humano. A pessoa sob sua ação tem insônia (isto é, fica com menos sono) inapetência (ou seja, perde o apetite), sente-se cheia de energia e fala mais rápido ficando "ligada". Assim, o motorista que toma o "rebite" para não dormir, o estudante que ingere "bolinha" para varar a noite estudando, um gordinho que as engole regularmente para emagrecer ou ainda uma pessoa que se injeta com uma ampola de Pervitim ou com comprimidos dissolvidos em água para ficar "ligadão" para ter um "baque" estão na realidade tomando drogas anfetamínicas.
A pessoa que toma anfetaminas é capaz de executar uma atividade qualquer por mais tempo, sentindo menos cansaço. Este só aparece horas mais tarde quando a droga já se foi do organismo; se nova dose é tomada as energias voltam embora com menos intensidade. De qualquer maneira as anfetaminas fazem com que um organismo reaja acima de suas capacidades exercendo esforços excessivos o que logicamente é prejudicial para a saúde. E o pior é que a pessoa ao parar de tomar sente uma grande falta de energia (astenia) ficando bastante deprimida, o que também é prejudicial, pois não consegue nem realizar as tarefas que normalmente fazia antes do uso dessas drogas.
  • Efeitos no resto do corpo 
     
As anfetaminas não exercem somente efeitos no cérebro. Assim, agem na pupila dos nossos olhos produzindo uma dilatação (o que em medicina se chama midríase); este efeito é prejudicial pois à noite ficam mais ofuscados pelos faróis dos carros em direção contrária. Elas também causam um aumento do número de batimentos do coração (o que se chama taquicardia) e um aumento da pressão sangüínea. Aqui também podem haver sérios prejuízos à saúde das pessoas que já têm problemas cardíacos ou de pressão, que façam uso prolongado dessas drogas sem o acompanhamento médico, ou ainda que se utilizarem de doses excessivas.
  • Efeitos tóxicos 
     Se uma pessoa exagera na dose (toma vários comprimidos de uma só vez) todos os efeitos acima descritos ficam mais acentuados e podem começar a aparecer comportamentos diferentes do normal: ela fica mais agressiva, irritadiça, começa a suspeitar de que outros estão tramando contra ela: é o chamado delírio persecutório. Dependendo do excesso da dose e da sensibilidade da pessoa pode aparecer um verdadeiro estado de paranóia e até alucinações. É a psicose anfetamínica . Os sinais físicos ficam também muito evidentes: midríase acentuada, pele pálida (devido à contração dos vasos sangüíneos) e taquicardia.
Essas intoxicações são graves e a pessoa geralmente precisa ser internada até a desintoxicação completa. Às vezes durante a intoxicação a temperatura aumenta muito e isto é bastante perigoso pois pode levar a convulsões.
Finalmente trabalhos recentes em animais de laboratório mostram que o uso continuado de anfetaminas pode levar à degeneração de determinadas células do cérebro. Este achado indica a possibilidade de o uso crônico de anfetaminas produzir lesões irreversíveis em pessoas que abusam destas drogas.
  • Aspectos gerais 
     
Quando uma anfetamina é continuamente tomada por uma pessoa, esta começa a perceber com o tempo que a droga faz a cada dia menos efeito; assim, para obter o que deseja, precisa ir tomando a cada dia doses maiores. Há até casos que de 1-2 comprimidos a pessoa passou a tomar até 40-60 comprimidos diariamente. Este é o fenômeno de tolerância, ou seja, o organismo acaba por se acostumar ou ficar tolerante à droga.
Discute-se até hoje se uma pessoa que vinha tomando anfetamina há tempos e pára de tomar, apresentaria sinais desta interrupção da droga, ou seja, se teria uma Síndrome de abstinência . Ao que se sabe algumas pessoas podem ficar nestas condições em um estado de grande depressão, difícil de ser suportada; entretanto, isto não é uma regra geral, isto é, não aconteceria com todas as pessoas.
  • Informações sobre consumo 
     O consumo destas drogas no Brasil chega a ser alarmante, tanto que até a Organização das Nações Unidas vem alertando o Governo brasileiro a respeito. Por exemplo, entre estudantes brasileiros do 1º e 2º graus das 10 maiores capitais do país, 4,4% revelaram já ter experimentado pelo menos uma vez na vida uma droga tipo anfetamina. O uso freqüente (6 ou mais vezes no mês) foi relatado por 0,7% dos estudantes. Este uso foi mais comum entre as meninas.
Outro dado preocupante diz respeito ao total consumido no Brasil: em 1995 atingiu mais de 20 toneladas, o que significa muitos milhões de doses. 


quinta-feira, 23 de junho de 2011

Areia Movediça

A areia movediça é, geralmente, bastante rasa. Ela ocorre em lugares em que a condição ideal aconteça pois não passa de areia comum super saturada de água. Com isso, a fricção entre as partículas diminui e forma-se uma mistura de areia e água que não consegue suportar qualquer peso.
Se você pisar na areia movediça, ela não vai te sugar. Mas se você fizer movimentos bruscos, isso vai fazer com que você afunde nela.     
A areia movediça é um fenômeno natural em que um solo fica super saturado de água. Ela tem esse nome pois se refere à forma com que ela se move nesse estado semi-líquido que se encontra. A areia movediça não se forma com um tipo específico de solo; não se forma apenas na areia, mas em qualquer solo granulado. Ela não passa de uma "sopa de areia e água" -- na verdade, não deixa de ser areia flutuando na água. Ela pode ocorrer em qualquer lugar que tenha as condições certas para isso, segundo Denise Dumouchelle, geologista do United States Geological Survey (USGS).
Existem duas maneiras com que a areia movediça se forma: 
* Com água que está no subsolo - a força da água que se movimenta para a superfície se opõe à força da gravidade fazendo com que os grãos sofram mais a força de empuxo.
* Em terremotos - a força do tremor do solo pode aumentar a pressão de águas submersas rasas que se mistura com a areia, diminuindo a força da superfície, fazendo com que prédios e outros objetos na superfície afundem ou caiam. 
A água reduz a fricção entre as partículas, fazendo com que a areia se comporte como um líquido. Para entender isso, é necessário entender o processo de liquefação. Quando o solo se liquefaz, como no caso da areia movediça. ele perde a sua força e passa a atuar como um líquido viscoso e não mais como um sólido. É a liquefação que faz com que prédios afundem durante os terremotos.  

 Você pode encontrar areia movediça em:

* Beiras de Rios
* Praia
* Beiras dos Lagos
* Mangues

Quando você for à praia, preste atenção na diferença entre pisar na areia seca e na areia bem úmida. Teste a areia com vários graus de umidade. Se você ficar parado na parte mais seca da praia, a areia te sustenta direitinho. A fricção entre as partículas de areia cria uma superfície estável para que você fique de pé.

Se você for para perto da água, vai notar que a areia que está mais ou menos úmida é ainda mais compacta que a areia seca. Uma quantidade moderada de água aumenta a fricção entre as partículas de areia. É por isso que a gente consegue construir castelos de areia.
Mas essa areia pode se tornar movediça se tiver água o suficiente para isso. Se tiver um excesso de água fluindo através da areia, a água faz com que as partículas de areia se separem umas das outras. Essa separação das partículas faz com que o solo fique mais solto e qualquer massa colocada sobre essa areia, vai afundar.   
Não se preocupe... se você um dia cair num poço de areia movediça, fique calmo. A densidade do corpo humano é menor que da areia movediça e você pode flutuar nela. Não entre em pânico! Não fique se debatendo porque, assim, você afunda. Faça movimentos lentos em direção à superfície para tentar boiar; depois, é só "remar" até sair do poço. 
 Quando você tenta levantar sua perna, vai estar fazendo uma força contra o vácuo formado contra o movimento. Os movimentos devem ser lentos para reduzir o efeito da viscosidade. Tente, também, abrir os braços e as pernas e deitar de costas, boiando, para aumentar sua superfície. 
Na vida real, dificilmente você vai encontrar areia movediça em quantidade que ofereça perigo... mas se encontrar, já sabe o que fazer: fique calmo, bóie, use os braços para remar lentamente até a beirada e saia sem fazer movimentos bruscos.

sábado, 18 de junho de 2011

Mais de 10% das mulheres sofrem com hipotireoidismo

Maio é o mês mundial de conscientização sobre o hipotireoidismo. Dados epidemiológicos estimam que nos Estados Unidos cerca de 13 milhões de pessoas, de todas as idades, tenham problemas relacionados à tireoide. A situação não é muito diferente no Brasil, segundo o Ministério da Saúde e a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) dados brasileiros mostram que cerca de 10% das mulheres acima de 40 anos e 20% das que têm mais de 60 manifestam algum problema dessa natureza.


E, quando o hipotireoidismo não é diagnosticado, ou quando não é tratado adequadamente, pode levar a sérias complicações. Vários órgãos são afetados e muitas doenças podem aparecer ou piorar, como:

• Insuficiência cardíaca.

• Dislipidemia.

• Coronariopatia.

• Hipertensão arterial.

• Anemias.

• Disfunções respiratórias.

• Retardo mental.

• Surdez e deficiência no crescimento em recém-nascidos com hipotireoidismo congênito.

• Desordens gastrintestinais, neurológicas, endócrinas, metabólicas e renais.


Há um ano, a sanofi-aventis realiza ações de conscientização sobre o hipotireoidismo por meio da campanha Mulher sem Falta. Entre as iniciativas estão o site Mulher Sem Falta (www.mulhersemfalta.com.br) e o twitter (@mulhersemfalta) e esteve presente na mídia impressa e on-line. Agora, com a chancela do Departamento de Tireoide da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), a campanha vai realizar palestras em diversas cidades do País que visam chamar atenção do maior número de pessoas possível para as formas de prevenção, diagnóstico, sintomas e tratamentos do hipotireoidismo.

"Acredito que a semana vai servir para alertar a população sobre as disfunções da tireoide, que afetam muito a qualidade de vida dos pacientes, mas podem ser controladas, permitindo uma vida normal", informa a endocrinologista Laura Ward, professora da UNICAMP e presidente do Departamento de Tireoide da SBEM.

Seguem alguns mitos e verdades sobre a doença:


Hipotireoidismo engorda.

MITO: Embora o ganho de peso seja uma das manifestações clínicas do hipotireoidismo, existem muitos pacientes portadores da disfunção da tireoide que não apresentam esta queixa.

Hipotireoidismo causa depressão.


VERDADE: Metade dos pacientes com hipotireoidismo apresentam sintomas depressivos e até mesmo depressão e um terço dos pacientes com depressão têm hipotireoidismo. Os hormônios tireoidianos agem nos sistemas noradrenérgico e serotoninérgico que são importantes para o humor, assim como em várias áreas do cérebro, sendo importante para memória, raciocínio, libido, sono-vigília entre outros. Portanto pacientes com hipotireoidismo devem ser avaliados quanto à alteração de humor e pacientes com depressão devem ter a função tireoidiana avaliada.

Hipotireoidismo faz perder cabelos.
 
VERDADE: Tanto o hipotireoidismo quanto o hipertireoidismo podem ser causas de queda de cabelo. Estas alterações da tireoide podem ser diagnosticadas através de exames laboratoriais. O tratamento correto das doenças da tireoide pode corrigir a perda capilar.

Hipotireoidismo atrasa o metabolismo.


VERDADE: Pessoas com hipotireoidismo sofrem a redução da sua atividade metabólica. Sendo assim, o organismo gasta menos energia, além de reter mais sal e água, provocando o inchaço.

O hipotireoidismo não afeta a qualidade de vida.


MITO: Se não tratado ou tratado de forma inadequada o hipotireoidismo vai alterar de forma importante a qualidade de vida, pois causa infertilidade, cansaço, sonolência, alterações humor e memória e ganho de peso o que com certeza prejudica o desempenho no trabalho, no lazer e atividade intelectual.

Todo nódulo de tireoide é câncer.
 MITO: O principal sinal do câncer de tireoide é um caroço (nódulo) na tireoide, porém em boa parte dos casos, esse tumor não apresenta qualquer sintoma. É comum o médico descobrir o nódulo durante um exame físico de rotina. O diagnóstico do câncer de tireoide é feito com uma biópsia do nódulo de tireoide ou após sua remoção por cirurgia.

Estima-se que 60% da população brasileira tenham nódulos na tireoide em algum momento da vida, sendo que a maioria dos nódulos é benigna.

Hipotireoidismo só dá em mulher.


MITO: O hipotireoidismo atinge pessoas de ambos os sexos e de todas as idades. Porém, certos grupos são mais vulneráveis:

* Mulheres, especialmente acima dos 40 anos.

* Pacientes em radioterapia de cabeça e pescoço.

* Pessoas que já tiveram problemas de tireoide.

* Usuários de lítio ou amiodarona.

* Homens acima dos 65 anos.

* Pessoas com histórico familiar de doença autoimune.

Hipotireoidismo causa impotência sexual.
 
VERDADE: A doença pode causar diminuição da libido, impotência e diminuição na quantidade de espermatozoides.

Só idosos desenvolvem hipotireoidismo.


MITO: Apesar de ser mais comum em pessoas acima de 40 anos, o hipotireoidismo pode ocorrer em todas as fases da vida. Crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos de todas as raças e gêneros podem ter a doença.

Eu posso controlar o hipotireoidismo com alimentação.


MITO: Pacientes com hipotireoidismo podem se beneficiar de uma dieta mais específica para a redução de sintomas comuns à doença como inchaço, fadiga, enfraquecimento de unhas e cabelos, ao mesmo tempo em que ajuda na redução ou manutenção do peso. Porém nenhum alimento é capaz de substituir o tratamento clínico da doença.

Alimentação ajuda na redução dos sintomas do hipotireoidismo.
 
VERDADE: Existem alimentos e nutrientes que podem contribuir para uma melhor qualidade de vida para os pacientes de hipotireoidismo e também alguns que devem ser evitados. O consumo excessivo de sal, por exemplo, pode ser nocivo porque o sal de cozinha é iodado por força de lei com o intuito de prevenir o déficit de iodo. Uma dieta saudável para pacientes com hipotireoidismo inclui grãos integrais, alimentos naturais, castanhas, abundância de frutas e vegetais e uma boa oferta de proteínas magras. Importante lembrar que, no hipotireoidismo, a boa alimentação deve ser sempre associada ao tratamento clínico.

Todo mundo que tem hipotireoidismo, tem um "papo" no pescoço.


MITO: Existem algumas formas (causas) de hipotireoidismo e nem todas apresentam o bócio ("papo"). Além disso, em geral, os outros sintomas da doença normalmente levam o paciente a procurar ajuda médica antes que a doença progrida até este ponto.

Mulheres com hipotireoidismo não podem engravidar.
 
MITO: Doenças da tireoide não tratadas podem levar a problemas de fertilidade em ambos os sexos. As pacientes que apresentam deficiência grave da tireoide, de duração prolongada, têm menor chance de engravidar ou, quando concebem, de manter a gravidez. Estudos mostram que 2,3% das mulheres com mais de um ano de infertilidade têm hipotireoidismo. Já 69% das pacientes têm disfunção ovulatória. Mas observa-se que 64% engravidam após receberem o controle adequado¹. Caso a mulher já tenha sido diagnosticada com hipotireoidismo e venha controlando a doença, as chances de engravidar e ter uma gestação saudável são iguais as de uma mulher que não tenha a doença.

Hipotireoidismo causa retardo mental


VERDADE: O hormônio da tireoide é fundamental para o desenvolvimento do cérebro do bebê. As crianças que nascem com hipotireoidismo congênito (sem função tireoidiana ao nascer) podem ter sérias sequelas cognitivas, neurológicas e de desenvolvimento, caso o problema não seja identificado e controlado precocemente.

O hipotireoidismo pode ser detectado pelo Teste do Pezinho 

VERDADE: Retira-se uma gota de sangue do pé do bebê no terceiro dia de vida. O exame ajuda a verificar se a tireoide do bebê está funcionando bem, além de atestar a ocorrência de outras doenças. Se o hipotireoidismo congênito for controlado de forma adequada e precocemente, a criança leva uma vida normal (com Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia - SBEM).
 
 
 

sexta-feira, 17 de junho de 2011

A Tabela Periódica ganhou dois novos elementos químicos

A Tabela Periódica dispõe os vários átomos que existem na natureza ao longo de linhas e colunas, consoante o número de protões de cada elemento. O hidrogénio tem um protão, o hélio tem dois, e assim por diante. Outra qualidade da tabela, é que os elementos da mesma coluna têm propriedades semelhantes. Os dois novos elementos, de nomes provisórios ununquadium e ununhexium, têm respectivamente 114 e 116 protões.

Os átomos foram descobertos em 1999 e 2000 num trabalho conjunto entre o Instituto Comum de Investigação Nuclear de Dubna, perto de Moscovo, na Rússia, e o Laboratório Nacional Lawrence Livermore, na Califórnia, Estados Unidos.

A UIQPA demorou até aceitar integrar os novos elementos na tabela. O ununquadium e ununhexium não existem naturalmente na natureza, os cientistas produzem-nos no laboratório. O primeiro foi feito através da fusão entre o cálcio e o plutónio, e o segundo através do cálcio e o cúrio. Os dois elementos, quando são produzidos, decaem rapidamente para outros, por isso a união teve que se certificar de que de facto podiam ser considerados átomos novos.

O último elemento da Tabela Periódica que tinha sido adicionado antes foi o copernício, em 2009. O 112º elemento teve o nome em honra de Nicolau Copérnico, astrónomo polaco. À espera de serem integrados na tabela estão os elementos 113, 115 e 118.

http://www.publico.pt/Ci%C3%AAncias/a-tabela-periodica-ganhou-dois-novos-elementos-quimicos_1498393 

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Alho é muito bom!

Alho é muito bom! Na verdade esta afirmação é de todos aqueles que sabem dos benefícios deste tempero caseiro. Mas não se preocupe, a partir deste momento você também vai achar o alho incrivelmente apetitoso.

O dissulfeto de dipropenila é um composto
capaz de prevenir doenças cardíacas, radicais livres e atenção mulheres: ele previne o câncer de colo de útero. E adivinhe qual é a maior fonte deste composto? Isto mesmo, o alho nosso de cada dia!

Mas infelizmente o alho não possui um sabor muito agradável, principalmente na sua forma mais saudável: cru, se fosse assim seria fácil manter altos níveis de dissulfeto de dipropenila em nosso organismo. E o pior é que este tempero deixa um cheiro nada agradável na boca, você sabe por quê? O alho é composto por dois átomos de enxofre, e são justamente estes átomos que dão um “hálito pesado” a quem o ingere.


A boa notícia é que quando cozinhamos o alho ele perde um pouco de cheiro característico, isto por que no processo o dissulfeto - responsável pelo odor de alho - é volatilizado. Desta forma fica bem mais fácil degustar o tempero e dar um “empurrãozinho” a saúde. Mas se realmente você não gosta de alho, nem cozido e muito menos cru, temos uma opção: cápsulas que contém óleo de alho. Esta alternativa surgiu para ninguém ter as desculpas mencionadas, são cápsulas naturais que podem ser facilmente ingeridas. 


E os benefícios do alho não param por aí, ele é considerado benéfico para cardíacos porque ajuda a diminuir os níveis de colesterol, e previne também o câncer gástrico, e ATENÇÃO! A dose ideal recomendada é um dente de alho ao dia. 
 
 


http://www.brasilescola.com/quimica/alho-muito-bom.htm